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Capital erótico pode ser tão importante quanto a formação pessoal e profissional

Quantas pessoas são realmente capa­zes de nos atrair, desviar o nosso olhar, envolver, ganhar naturalmente a nossa atenção a ponto de fazer com que queiramos nos aproximar? Essas são as pessoas que têm um atrativo a mais, causam insegurança em alguns e alvoroço em outros. Qual o poder que elas possuem? Um arsenal de beleza, sensualidade, visual, sexualidade, carisma e vivacidade ou, simplesmente, “capital erótico”.

Este novo conceito de poder pessoal ligado ao erotismo e sexualidade ganhou a mídia com a polêmica tese da inglesa Catherine Hakim, professora de sociologia da London School of Economics. Em seu livro Capital erótico: Pessoas atraentes são mais bem-sucedidas (Ed.Best Business), Catherine se apoia em uma série de pesquisas sobre o comportamento do ser humano em relação à beleza. Os resultados desses estudos estão em sintonia com o pensamento da autora: ela defende que a aparência física, a sensualidade e a beleza são indispensáveis na busca do sucesso profissional.

Conviver com pessoas bonitas pode ser mais agradável, porém, alguns críticos duvidam que esse seja um fator tão determinante assim. A psicóloga Danielle Menezes acredita que “por mais que seja agradável olhar para alguém bonito, você não irá contratar um empregado para ficar olhando para ele. Além da beleza é necessário ter conteúdo”. A autora não desmente isso, mas afirma que alguém que some beleza e conteúdo pode alcançar seu objetivo mais facilmente do que as que “só” têm um intelecto avançado e uma boa bagagem cultural.

Segundo a autora do livro, o capital erótico é uma arma vantajosa para qualquer pessoa, de qualquer sexo, principalmente para quem não têm livre acesso ao dinheiro, educação, formação e bons contatos. Catherine afirma no livro que as mulheres lucram menos com seu capital erótico que os homens. Isso se dá porque os “homens patriarcais tentam impedir as mulheres de ganharem benefícios com seu capital erótico e as feministas radicais engoliram a ideologia patriarcal, em vez de rejeitá-la”, afirma a professora.

Juliana Guislilin é consultora de moda e acredita que o capital erótico não é o único meio de alcançar um objetivo, mas muitas vezes é, sim, a única arma. “Explico: dinheiro, relacionamento e inteligência são meios muito eficazes (de ter sucesso). Por outro lado, o que precisa ficar claro é que beleza, sensualidade, carisma, visual e vivacidade são também ferramentas poderosas e as mais valiosas em certos ambientes de trabalho. Basta pensarmos no mundo do entretenimento, em que esses elementos desbancam os demais e são muito bem remunerados”.

Nesta era em que aparências são super valorizadas, em várias situações e trabalhos não bastam as qualidades e os sentimentos de alguém. A inglesa Catherine mostra que beleza e atitude contam muito. Uma roupa é capaz de agregar valor à imagem e despertar interesse a respeito daquela pessoa; é uma maneira de voltar os olhares para ela mostrar o que faz bem.

A psicóloga Fabiane de Sá acredita que o destino das pessoas bonitas será terem ainda mais vantagens.“A personalidade de uma pessoa reflete na sua imagem e no seu comportamento. Os estereótipos são baseados nisso. É possível observar que uma pessoa que escolhe se vestir de forma sensual não é muito tímida e reservada, assim como mulheres vestidas de forma mais discreta podem ser assim também na personalidade”, completa a especialista.

Todavia, se a beleza pode abrir muitas portas, também fecha algumas. Um dos grandes problemas causados pelos rostos e corpos belos é a inveja. Em uma empresa, uma chefe pode relutar em promover uma estagiária pelo fato da jovem chamar muita atenção. “Muitas vezes isso acontece inconscientemente, mas uma mulher muito bonita é inicialmente rejeitada pela maioria das outras mulheres em um primeiro contato”, acredita a psicóloga. A consultora de moda Juliana Cordeiro diz que teve que admitir a contragosto que chamava atenção por conta da aparência física, apesar de sempre ter se esforçado para ter um bom desempenho nos estudos e na profissão.

A publicitária Maíra Gadelha, 35 anos, acha que a beleza deve ser acompanhada de outras características "A beleza física tem o seu peso e importância, mas sem a beleza que vem de dentro, não fica completa. Ela é a união da elegância, delicadeza, educação, talento, postura, enfim, um grande conjunto que deve estar em harmonia”, afirma.

A consultora de moda Juliana pensa que não há nada de errado em usar beleza e sensualidade como critério de desempate para uma promoção ou uma vaga de emprego. “Errado é não usar. O que se interpreta mal é o sentido da palavra usar. Ser belo não é ofensa. Usar a beleza não é ultraje. É lançar mão das armas que tem. Ser sensual é ser persuasiva e convincente. Se colocássemos esta pergunta aos homens, será que estaríamos preocupadas em justificar a beleza e a sensualidade?”, questiona.

O capital erótico analisa um grupo de elementos físicos e habilidades sociais que fazem,individualmente,parte de cada um. Este poder consegue dominar diversas áreas além da profissional. É fato que só desviamos o olhar para aqueles que chamam nossa atenção, e os incluídos nos padrões de beleza são as “vítimas” desses olhares. “Beleza não mantém nada, mas pode ajudar a conquistar”, afirma o empresário José Carlos Santos. Formado em publicidade ele abriu uma empresa que realiza feiras de eventos. Contrata pessoas jovens e bonitas para apresentar os novos produtos do mercado. “Depois do rapaz ou da moça serem aprovados no teste vamos escolher os mais articulados, desinibidos e inteligentes.Não basta ser bonito, mas alguém feio não teria a chance de trabalhar na feira”, declara.

Catherine Hakim assinaria embaixo do raciocínio e estratégia da empresa de eventos de José Carlos. Para a professora, especialmente as mulheres deveriam explorar mais o seu patrimônio de sedução. Para Catherine, o capital erótico é tão importante quanto as outras formas clássicas de capital analisadas pelo sociólogo francês Pierre Bordieu – o capital econômico (o que temos), o capital humano ou cultural (o que conhecemos, nossa cultura e educação etc) e o capital social (quem conhecemos, a nossa rede de contatos, que muitas vezes é tão ou mais importante que um diploma).

Ou seja, ao invés de buscar a vitória apenas com os méritos da formação pessoal, a socióloga Catherinesugere que não se deve ter receio de usar a sexualidade como ferramenta de ascensão social e econômica.

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Muito bacana este espaço! Meu marido me deixou e por isso estou aqui para compartilhar informações e coisas com quem está passando pelo mesmo que eu….  Obrigada ABC!

Bacana!

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