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Casais com filhos pequenos podem quebrar financeiramente numa separação

Basta uma breve interpretação em uma recente pesquisa da consultoria Kantar Worldpanel – sobre o perfil dos consumidores brasileiros – para perceber o alto de risco de endividamento pessoal em uma separação de cônjuges com filhos pequenos. Segundo o estudo, a maior parte dos brasileiros endividados, compõe-se de jovens de até 29 anos e casais com filhos pequenos.

O estudo separou os consumidores em três grandes grupos:

1. “Enforcados”: pessoas que gastam mais do que suas rendas mensais.

2. “Equilibristas”: aqueles que se mantêm no limite entre o gasto e a renda.

3. “Afortunados”: conseguem acumular uma “sobra” no final do mês.

A quantidade de “enforcados” segundo a consultoria corresponde a 27% dos brasileiros e é responsável por cerca de um terço de todo o gasto que acontece no país. É neste grupo que estão em geral os jovens e os casais com crianças pequenas. Os principais gastos desta parcela de consumidores com a corda no pescoço é com habitação (18% do que desembolsam mensalmente), o que significa, na maioria das vezes, despesas de quem não possui um imóvel próprio e precisa, portanto, pagar aluguel.

Como um homem ou mulher já endividado, e gastando uma considerável soma do que ganha com a moradia vai sobreviver separado, não tendo mais com quem dividir suas contas? Morar sozinho trará um peso orçamentário ainda maior e por isso, planeje muito bem sua vida financeira antes de se separar, caso você esteja nesse grupo de pessoas endividadas.

Reflita também sobre de que setor poderá cortar gastos, considerando que os “enforcados” queimam 23% de sua renda na compra de bens de consumo não duráveis como roupas, calçados e brinquedos. Depois de separado, será vital então passar a guilhotina nesse tipo de gasto deixando um pouco sua vaidade de lado ao se vestir ou diminuindo os mimos em produtos para os filhos.

O problema pode ser ainda maior para o homem, que geralmente precisa pagar uma pensão, para a esposa e filhos, ou só para os filhos, após o divórcio. E se o ex-marido é ainda daqueles que se culpam pela separação e quer compensar sua ausência na nova (des)estrutura familiar diante dos filhos com presentes, o perigo de gastar o que não tem, pendurando-se no cartão de crédito, será ainda maior.

Só pode respirar um pouco mais o homem ou mulher que pertence ao grupo dos “equilibristas” (49% dos brasileiros), talvez porque já têm a consciência e prática de viver na corda bamba, mas sem cair nas dívidas. E claro, aqueles que pertencem ao grupo dos “afortunados”, os 25% da população que são na maioria, segundo a pesquisa, donas de casa acima de 50 anos e adultos independentes, sem filhos ou com filhos adultos.

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