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Diferenças culturais podem causar brigas na criação dos filhos

Os otimistas e apaixonados acreditam que o amor é capaz de superar qualquer diferença. As diferenças podem ser de gosto, religião, cultura, maneiras de pensar, agir, entre tantas outras coisas. Porém, o cotidiano é capaz de revelar que o otimismo e a paixão muitas vezes não são suficientes para manter o clima sempre positivo entre um casal.

Os exemplos de conflitos são enormes. Exemplo? Ela gosta de rock; ele, de samba. Ele é corinthiano; ela, são-paulina. Ela fez três faculdades, ele conseguiu um bom emprego sem cursar nenhuma e acredita que graduação não é necessário. Os dois têm um filho. Cada um enxerga o mundo de uma forma e deseja transmitir seus valores e ensinamentos para a criança, e os choques começam a acontecer.

Para não sucumbir às formações e influências distintas, os dois lados precisam ceder muitas vezes. Aceitas as divergências, compreender, respeitar e aceitar o parceiro é fundamental. Mas o relacionamento dia a dia entre duas pessoas que diferem muito em formações, gostos e hábitos culturais é muito complicado.

Joana Batista tem 35 anos, terminou há três meses um casamento que durou um ano. O motivo do rompimento foi exatamente as diferenças culturais. Ela é arquiteta, mais velha que o ex-marido e já fez cursos nos Estados Unidos, França e Inglaterra. Conheceu o rapaz, que prefere não dar o nome, no Rio de Janeiro. Começaram a namorar e seis meses depois se casaram no papel e passaram a morar juntos.

Ele é carioca, filho único. Depois de 2 anos de casados, tiveram um filho. Joana confessa que “eu queria x, ele queria y. Eu achava que tinha que cobrir o bebê noite, ele era calorento e achava que nosso filho estava passando calor. Eu era acostumada a ligar para a minha mãe com dúvidas, e ele não aceitava nenhuma regra que não fosse explicitamente dita pelo pediatra. Eu vi que gostar não é o suficiente, precisa haver tolerância.”. As brigas foram gerando cansaço dos dois lados, que preferiram colocar um ponto final na união precoce.

Juliana Coutinho e Marco Antonio formam um outro clássico exemplo de que diferenças acontecem, e dão muito trabalho. Mas, com paciência e muita calma as coisas entram nos eixos! Depois de 6 meses de casados, eles engravidaram. O casamento já não ia bem, brigas a todo momento. Um queria dormir cedo, o outro queria jantar fora. Um queria acordar e andar no parque, o outro preferia ver TV em casa em um dia nublado. No preparo do enxoval, as diferenças já se acentuaram: não acertavam a escolha nem do nome da menina que iria nascer. Ele queria dar o nome em homenagem a sua querida avó, Dona Clara, como mandava tradição da família. Ana Clara, Clara Maria, etc. Ela gostava de nomes mais modernos, como Thainá, Julia. Não havia acordo também na escolha do tema do quarto: Ele gostava de fazenda, queria animaizinhos, ela era mais urbana, queria uma coisa sem cara de bebezinho. Não havia consenso na compra das roupas: ela queria variedade, comprar tudo o que achasse pela frente! Ele queria comprar o mínimo possível, pra não gastar muito. E 9 meses depois, tudo o que já estava difícil, piorou. Ela cansada, sem dormir, querendo contratar uma babá. Ele insistia que o “papel de mãe” é cuidar do próprio filho, sem ajuda externa. E assim a crise somente se agravava. Mas, com o passar do tempo, eles conseguiram administrar as ansiedades e controlar os sonhos. Nem cá, nem lá. A Rafaela nasceu, e teve um lindo quartinho puxado pro “verde natureza”, mas sem estampas de animais. A mamãe conseguiu comprar as lindas roupinhas que sonhou, mas deu uma maneirada na quantidade, pra não apavorar o maridão… Apenas no ponto de discórdia da babá a mamãe não abriu mão. Ela argumentou, insistiu, disse que era para o bem da relação que ela não ficasse tão cansada, pois cansaço gera brigas e mau humor. Ele cedeu. Afinal, não se pode ganhar todas.

Ou seja: converse muito, sempre dá para adequar: tira daqui, coloca ali. E principalmente: aprenda a abrir mão do que não é fundamental para você, e insista no que for realmente necessário. Às vezes é preciso perder em algumas coisas, pra ganhar em outras. Fica a dica!

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