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O valor do perdão contra a raiva constante e o ódio

Uma palavrinha pode ser mágica quando se trata de reequilibrar a mente e a vida pessoal ao enfrentar uma separação: perdão. Quem consegue perdoar a ex-cara metade que lhe causou ferimentos profundos, tem mais chance de se recuperar rápido e seguir em frente.

O lado oposto dessa conduta pode ser alimentar o desejo de vingança contra o antigo cônjuge. Além dos danos emocionais de viver diariamente com pensamentos negativos e até estratégias de tentar atingir o ex-marido ou ex-esposa, a vingança acaba isolando quem a pratica. Até os amigos mais próximos e familiares costumam perder a disposição de aguentar uma pessoa com a ideia fixa de atacar o ex-cônjuge e ficar remoendo o passado.

Contra a areia movediça emocional que suscita a vontade de vingança, Paul Coleman, autor do livro The 30 Secrets of Happily Married Couples (“Os 30 Segredos dos Casais Felizes” numa tradução aproximada), sugere um mecanismo totalmente oposto: “Perdoar é a única maneira, dadas as nossas imperfeições humanas, de superar o ódio ou a condenação do outro e voltar a amar e evoluir.”

Coleman acredita que o ato de perdoar não significa esquecer e aceitar o que lhe fizeram, nem de deixar de procurar justiça no processo de separação, mas sim de superar o problema.

O oposto da paz de espírito de quem consegue perdoar é o ressentimento, um veneno que pode acabar com a saúde. Quem não consegue passar da fase da raiva viverá imerso num cotidiano eternamente doloroso e poderá causar graves danos nos filhos também: as crianças e adolescentes podem ser envenenados aos poucos ao serem instados a escolher um lado.

“A amargura pode causar uma série de problemas no coração, pressão alta, dores musculares crônicas e ainda ansiedade e depressão”, afirma o Dr. Robert Enright, psicólogo e professor de Psicologia da Educação na Universidade de Wisconsin-Madison, EUA, há mais de 30 anos e co-fundador do International Forgiveness Institute (Instituto Internacional do Perdão).

Essencial também, segundo Enright, é pensar em quem lhe trouxe tanta dor de um novo modo. Em vez de pensar no ex-cônjuge apenas como um ofensor, “é preciso entender que as duas partes não souberam lidar com o problema”. E talvez ainda mais importante, acredita o psicólogo, é que o ente capaz de perdoar vai fazer com que seus filhos cresçam sem alimentar rancores e outros sentimentos negativos.

Para Enright, quem se mantém no papel de eterna vítima, além de se tornar uma pessoa infeliz, pode seguir destilando raiva e amargor nas primeiras dificuldades que surgirem em relações futuras.

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Muito bacana este espaço! Meu marido me deixou e por isso estou aqui para compartilhar informações e coisas com quem está passando pelo mesmo que eu….  Obrigada ABC!

Bacana!

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