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Os transtornos nos filhos de casais que se divorciam

Um estudo de 1991 dos psicólogos americanos Amato PR e Keith B, “Divórcio parental e o bem-estar das crianças”, revelou que crianças de pais divorciados, quando comparadas com crianças que vivem em famílias intactas, exibem indicadores de menor bem-estar, incluindo pior realização acadêmica, ajustamento psicológico, autoconceito, relações sociais e qualidade de relacionamento com o pai e a mãe.

Em outro estudo, bem mais recente, o mesmo Amato mapeou o outro lado da questão: o que as famílias que permanecem juntas propiciam aos seus filhos. Nesta investigação ele sinaliza que “as crianças que crescem com pais casados têm menos probabilidade de sofrer uma grande variedade de problemas cognitivos, emocionais e sociais, não somente durante a infância, mas também na idade adulta. Questionando-se sobre a origem dessas diferenças, o autor sugere que as crianças que crescem em famílias estáveis, com ambos os pais, apresentam níveis mais elevados de qualidade de vida, beneficiam-se de maiores níveis de efetividade parental, coparentalidade, proximidade emocional com ambos os pais e estão sujeitas a menos acontecimentos e situações estressantes.” (PR, Amato – “O impacto da formação familiar no bem-estar cognitivo, social e emocional da próxima geração”; 2005).

Essas investigações não trazem, porém, a certeza de que todos os “filhos do divórcio” terão sérios problemas. Quando o pai e a mãe enfrentam a separação com mais calma e respeito, e o pai segue bem presente, a saúde dos filhos sofre menos. Esta é a avaliação da dupla de psicólogos Kelly e Emery, no estudo “O ajustamento das crianças após o divórcio: perspectivas de risco e resiliência” (2003). Eles indicam como fatores protetores no ajustamento da criança ao divórcio algumas competências-chave: a adequação dos pais na disputa pela custódia e a qualidade das práticas parentais; a parentalidade apropriada do pai sem a custódia e a diminuição dos conflitos parentais durante o divórcio. Este é o processo “saudável”, ideal para amenizar o impacto do divórcio ou separação no desenvolvimento das crianças. 

Fonte: “Ajustamento da criança à separação ou divórcio dos pais”. Revista de Psiquiatria Clínica da Universidade do Minho, Braga, Portugal.

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Muito bacana este espaço! Meu marido me deixou e por isso estou aqui para compartilhar informações e coisas com quem está passando pelo mesmo que eu….  Obrigada ABC!

Bacana!

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