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Planejamento financeiro evita a situação “Bola de Neve”

Depois de três anos juntos, a atendente de telemarketing Ana Maria Feitosa e o
mecânico Wagner dos Reis decidiram que não podiam mais viver sob o mesmo teto.

O casal havia comprado um apartamento e um carro, em prestações a perder de vista. Wagner estava desempregado e Ana havia acabado de perder o pai. Num consenso, resolveram que ela ficaria com o apartamento e ele com o carro.

“Como o carro valia bem menos que o imóvel, acordamos que eu pagaria a ele o valor equivalente a 24 parcelas do carro – que tinha sido financiado em 48 meses. Também assumi as prestações do imóvel e descobri que, além delas, meu ex-marido tinha me deixado dois anos de IPTU e condomínio para pagar”, diz Ana.

Para ela, foram tempos difíceis. Aos 21 anos, ganhando cerca de dois salários mínimos por mês, se deparou com uma dívida de mais de R$20 mil reais, que só tendia a crescer. Buscando uma saída rápida, Ana fez vários empréstimos, não conseguia pagar as contas básicas da casa e teve o nome protestado.

De acordo com a advogada e consultora Alecsandra Tozzi, casos como o de Ana são mais comuns do que se imagina. “Quando há uma separação, é normal que haja também uma instabilidade emocional e financeira. Por isso, em meio ao divórcio, o planejamento financeiro é sempre um bom aliado para a mulher que acaba de assumir uma nova realidade: a de única mantenedora da casa”.

O ideal é relacionar todas as despesas e os ganhos fixos. Horas extras e gratificações não devem entrar nessa relação. A matemática parece simples: você não pode gastar além do que, de fato, será creditado na sua conta.

“Comece com as despesas essenciais: conta de água, luz, telefone, alimentação e
saúde. Reserve sempre um pequeno valor para despesas com lazer e para situações inesperadas. E corte os gastos desnecessários. Seja estratégica: aproveite as liquidações para comprar um sapato, uma bolsa ou um casaco novo, por exemplo. E, sempre que possível, pague à vista e peça desconto.

Num primeiro momento, pode parecer difícil, mas com organização e disciplina é
possível equilibrar as finanças e ainda fazer uma reserva, que te ajudará no futuro”, diz a Dra. Alecsandra.

Demorou quase dois anos, mas com a ajuda de um especialista financeiro, Ana
conseguiu renegociar suas dívidas e passou a pagar uma parcela única ao banco, que não compromete mais do que 30% de sua renda mensal. Além disso, pensando no futuro, ela já consegue aplicar em fundos de investimento. “É uma ótima forma de se precaver do inesperado. Se eu fosse disciplinada desde cedo, talvez tivesse sofrido menos quando me divorciei.”

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